Calos / Calosidade

A pressão ou fricção permanente causada, por exemplo, por calçado apertado, provoca o espessamento da camada córnea, a camada mais externa da epiderme. Em alguns casos forma-se um caroço que atinge as camadas mais profundas da pele; quando isto acontece causa dor.

Como tratar os calos?

Dependendo da gravidade e da localização da calosidade deve-se proceder do seguinte modo:

Remover a queratina espessa, por um profissional.

Diminuir a pressão sobre o calo usando almofadas protetoras, ou calçados adequados, que acalmam a dor provocada pela calosidade e permitem a regressão do calo.

Prevenir, sempre é sempre a melhor solução.

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Dermatite de Contato

São inflamações na pele.

Caracteriza-se por eritema (avermelhamento) da pele no local atingido assim como edema (inchaço), aparecimento de vesículas, crostas, escamas e outras lesões associadas.

Outro sintoma constante é a coceira que pode variar de mínima a desesperadora.

A causa fundamental é a reação alérgica da pele ao contato de alguma substância ou objeto, como por exemplo: Pulseiras de bijuterias, de relógios, brincos, sandálias de tiras interdorsais ou interdigitais são agentes comuns na promoção da dermatite ou eczema de contato, que irrita nitidamente a área envolvida no processo alérgico.

Cosméticos, materiais de que são feitos os calçados, plásticos, ou profissão ou ocupação da pessoa são fatores que deverão ser observados e eliminados quando forem estimulantes desse processo.

O Podólogo neste caso, atua na limpeza, curativos e encaminhamento ao médico especialista.

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Granuloma

Granuloma é um tumor benigno que se forma no tecido; massa supérflua de tecido de granulação formada no local de uma infecção localizada e demorada. Popularmente conhecido como "carne esponjosa", também pode ser uma lesão tumoral secundária a um traumatismo, como os provocados pelos alicates de unhas, queda de objetos pesados sobre uma unha, calçados apertados, sendo o canto das unhas a sua localização mais comum.

Manifestações clínicas: frequentemente localizado nos dedos, o granuloma caracteriza-se por uma lesão tumoral, avermelhada ou arroxeada, úmida, de consistência mole e que sangra facilmente aos pequenos traumatismos. O seu crescimento é rápido e o sangramento pode dar origem à formação de crostas escuras sobre a lesão. Geralmente acompanha-se de processo inflamatório local, com vermelhidão, inchaço e dor na pele ao redor da lesão.

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Granulomatose

A granulomatose de Wegener é uma doença pouco comum, afetando 1 a cada 30.000 pessoas, que acomete todo o corpo, mas ataca principalmente os vasos sanguíneos dos rins, pulmões e vias respiratórias. A inflamação causada pela doença produz um tipo de tecido inflamatório chamado de granuloma, uma espécie de tumoração microscópica em forma de grânulos. Daí o nome granulomatose de Wegener. Os granulomas destroem os vasos, impedem o aporte de sangue para os órgãos e causam necrose dos tecidos afetados.

A granulomatose de Wegener é uma doença auto-imune, ou seja, a inflamação dos vasos é causada por um distúrbio no nosso sistema imune que acaba atacando inapropriadamente os nosso vasos. O motivo que ocorre esta desregulação do sistema imune, fazendo com que o nosso corpo comece a se auto-destruir, ainda é desconhecido.

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Linfedema Linfático

Linfedema é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo de líquido intersticial de alta concentração protéica, decorrente de insuficiência da drenagem linfática por anormalidades congênitas ou adquiridas do sistema linfático.

O termo linfedema, embora consagrado pelo uso para se referir à doença do sistema linfático, atualmente tem sido substituído por linfopatia, uma vez que nem sempre o paciente apresenta manifestações clínicas, ao exame físico. Linfedema da extremidade inferior do corpo (pernas e pés) usualmente pode ser dividido e classificado como primário ou secundário, dependendo de ser congênito ou adquirido respectivamente. O linfedema primário é definido como uma anormalidade dos elementos condutores de linfa ou dos linfonodos, resultando em uma completa incapacidade de desenvolvimento dos vasos linfáticos (agnesia) ou com vasos linfáticos pouco desenvolvidos (aplasia). O linfedema secundário resulta das mesmas situações que conduzem às varicosidades secundárias; estes incluem: a remoção e destruição cirúrgicas extensas de canais linfáticos, fibrose, infecção. As alterações morfológicas do linfedema consistem em dilatação dos vasos linfáticos até os pontos de obstrução, acompanhada de aumentos do líquido intersticial. A persistência do edema resulta em aumento do tecido fibroso intersticial subcutâneo com conseqüente aumento da parte afetada, acentuada enduração, aspecto de “casca de laranja” da pele e úlceras cutâneas. O linfedema pode ocorrer em qualquer área do membro inferior. Os sinais e sintomas do linfedema incluem: sensação de peso ou tensão no membro; dor aguda; alteração de sensibilidade; dor nas articulações; aumento da temperatura local com ausência de sinais flogísticos; extravasamento de líquido linfático (linfocistos); sinal de Steimer positivo (prega cutânea); papilomatoses dermatológicas; e alterações cutâneas como eczemas, micoses, queratoses, entre outras. O diagnóstico de linfedema pode ser obtido na anamnese e/ou no exame físico, através de critérios subjetivos, questionário, entrevistas, tamanho, peso, atividade funcional, aparência; e critérios objetivos que são baseados na perimetria. Na tonometria, outro método de avaliação do edema, utiliza-se um aparelho que mede o tônus do membro edemaciado, comparando-o ao próprio, em avaliações posteriores ou ao membro contralateral. A ampla variação na incidência descrita de linfedema é, em grande parte, o resultado da ausência de critérios diagnósticos uniformes.

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Laserterapia

Novo tratamento para a área de Podologia surgiu no mercado, a LASERTERAPIA NA PODOLOGIA, para tratamentos de onicomicose, verruga plantar, onicriptose, tinha pedis, ferimentos, com ótimos resultados, acelerando os tratamentos, aliviando dores e ou outros. Chamamos o tratamento como Terapia Fotodinâmica, indolor e agora de âmbito fundamental, para todo o profissional podologo, que tenha extenso conhecimento dos mecanismos de terapia com laser, registro na ANVISA, enfim, algo a mais para facilitar a vida de nossos clientes.

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Onicogrifose

Nesta patologia as unhas se mostram em forma de garra, mais duras, escuras e grossas, e geralmente tem um crescimento acelerado. Esta afecção ocorre mais frequentemente no há lux. É causada por: má formação congênita, traumatismos repetidos nas unhas, paroníquia crônica, tinha de unha, falta de higiene, entre outros. Pode também aparecer em pessoas que sofrem de gota, esclerodermia ou sífilis tardia. O tratamento consiste na identificação e eliminação das causas, e quando a afecção já está instalada definitivamente, deve-se cortar adequadamente a unha afetada, lixá-la para que fique com aspecto estético e funcional adequado.

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Onicomicose

São as micoses que atingem as unhas, a pele ou também a região que as cercam sendo provocadas por leveduras ou por fungos que se alimentam de pele queratinizada. Esses fungos atingem a lâmina das unhas, o leito e as pregas, chegando mesmo à destruição total da unha no caso de não tratamento. Estatisticamente as micoses atingem mais as mulheres, por uso de esmalte.

E indispensável que se faça um exame micológico para se identificar o tipo de fungo que causa a doença, analisando-se o resultado com a maior atenção, pois o fato de se encontrar fungos do material que se colheu pode não significar apenas a existência da ONICOMICOSE. Nos casos de duvida é necessário que faça uma cultura para confirmação.

O tratamento consiste na administração de medicamentos sistêmicos e tópicos, assim como na eliminação da colônia , “limpeza podológica que elimina causas predisponentes”. O tempo de tratamento depende da velocidade de crescimento das unhas e a cura de forma eficiente pode demorar de 8 a 12 meses ou mais.

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Onicocriptose

O que é Onicocriptose?
É o nome técnico dado à unha encravada.

Onico é um prefixo grego que significa unha e cripto, que penetra, portanto: unha que penetra na carne. Essa patologia das lâminas é ocasionada por diversos agentes mecânicos, como por exemplo: calçados com bico fino ou curto, traumatismos, corte incorreto e até por fatores hereditários.

A onicocriptose pode apresentar inflamação ou infecção, conforme o estágio em que se encontra.Uma simples limpeza no sulco ungueal com brocas especiais, bisturi e a colocação de um anteparo de algodão, são atitudes de grande valia e que amenizam bem essa patologia, desde que a lâmina não apresente nem processo inflamatório, nem infeccioso. Caso um desses processos já tenha se instalado, os procedimentos devem ser diferentes.

Quando o sulco ungueal apresenta-se edemaciado, dolorido, é sinal de que existe um agente causador e ele deve ser retirado, ou seja, o pedaço de unha, a espícula (ponta de lâmina que se aloja no sulco ungueal) ou até mesmo um pedaço de pele (onicofose).

Se houver recidiva, ou seja, se a lâmina voltar a encravar, existem recursos que podem ser aplicados sobre as lâminas: são as Órteses Corretivas, pequenos aparelhos que são colados sobre elas, para que abram sua curvatura.

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Órteses Corretivas

Órtese é um dispositivo que se fixa à lâmina ungueal (unha) e apresenta eficiente capacidade de tração mecânica, sendo inegavelmente a melhor opção para o tratamento corretivo de unhas deformadas. A aplicação de órtese faz com que a unha volte ao seu formato normal e, consequentemente, há um alívio de dor.

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Paroníquia

A paroníquia é uma infecção que rodeia o bordo de uma unha da mão ou do pé.

A infecção costuma começar a partir de uma ruptura da pele, de uma limpeza de unhas demasiado traumática ou de uma irritação crónica. Como a região das unhas dispõe de pouco espaço para se inflamar, a infecção tem tendência para ser bastante dolorosa. Ao contrário da maioria das infecções da pele, a paroníquia pode ser causada por diversas bactérias, como Pseudomonas e Proteus, bem como fungos como Candida.

Tratamento

As compressas ou os banhos quentes ajudam a aliviar a dor e, com frequência, a eliminar (drenar) o pus. Os banhos quentes também aumentam a circulação sanguínea o que, por sua vez, ajuda a combater a infecção. Por vezes, o médico drena a infecção fazendo uma pequena incisão na bolsa purulenta (abcesso) com um bisturi. As infecções em que se consegue uma drenagem adequada podem não precisar de tratamento com antibióticos. Se a infecção tiver tendência para se propagar, o médico pode prescrever antibióticos orais.

Se a paroníquia for causada por um fungo, o médico drena a infecção e prescreve um creme antifúngico que contenha elementos eficazes para a cura.

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Pé Diabético

Os problemas que aparecem na perna e, particularmente no pé dos diabéticos constituem um constante desafio à ciência e à profissão médica.

As alterações anatomopatológicas do diabete mellitus são numerosas, acometem o corpo como um todo e de várias formas, principalmente no período avançado da moléstia e na região de transição da perna ao tornozelo e no pé propriamente dito.

A neuropatia diabética e suas alterações da sensibilidade dos pés têm sido as maiores responsáveis pelo aparecimento destas lesões de difícil tratamento e de prognóstico reservado.

Normalmente, o diabético só se dá conta da lesão quando esta se encontra em estágio avançado e quase sempre com uma infecção secundária, o que torna o tratamento extremamente difícil, devido à insuficiência circulatória.

O que sente?

Desaparecimento ou diminuição dos reflexos do tendão, das rótulas e do calcanhar são freqüentes.

Diminuição na sensibilidade térmica e dolorosa e áreas de anestesia são justificativa às tão freqüentes lesões.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito pela história clínica e pelo exame físico da lesão que geralmente é indolor porém extensa e de odor extremamente desagradável devido à necrose úmida que provoca.

Como é feito o tratamento?

No tratamento do pé diabético, é fundamental encarar sempre esses pacientes como casos graves, pois é imprevisível o potencial evolutivo que encerram as lesões nos diabéticos, particularmente quando se associam à polineuropatia, à vasculopatia e às infecções.

É necessário o controle rigoroso da glicemia através da dieta e de insulina ou hipoglicemiantes orais, bem como da limpeza diária e tratamento precoce das lesões - o mais imediato possível.

A cirurgia arterial direta e a simpatectomia são possibilidades que podem ser utilizadas.

Como é feita a prevenção?

A prevenção no pé diabético é o capítulo mais importante nesta patologia:

→ o exame diário dos pés, bem como a proteção dos dedos e maléolos é a maneira mais fácil de evitar o aparecimento das tão desagradáveis e perigosas lesões;

→ é necessário secar bem os pés, cortar cuidadosa e periodicamente as unhasou procurar um especialista “Podólogo”;

→ é preciso evitar a colocação de calor local, tipo bolsas de água quente e proximidade com o fogo;

→ é recomendável fazer um exame diário dos sapatos, evitando pedras ou corpos estranhos soltos no interior deles.

Estas são precauções que, na maioria dos casos, evitam o aparecimento da moléstia, que, em geral, leva a amputações.

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Psoriase/VP

O que é?

A psoríase é uma doença inflamatória da pele, benigna, crônica, relacionada à transmissão genética e que necessita de fatores desencadeantes para o seu aparecimento ou piora (principalmente no inverno). Afeta 1 a 2% da população mundial. Acomete igualmente homens e mulheres, embora o início seja mais precoce nas mulheres. Existem dois picos de idade de prevalência: antes dos 30 e após os 50 anos. E, em 15% dos casos, surge antes dos dez anos de idade.

Como se desenvolve?

É uma doença não contagiosa, multigênica (muitos genes envolvidos), e em parte dependente de fatores externos. Pode aparecer sob diferentes formas clínicas e diferentes graus da doença. É descrito 30% de incidência familiar. O desencadeamento pode ocorrer em qualquer idade, motivado por influência do meio, alguns medicamentos ou estresse. Em pessoas com história familiar, o início parece ser mais precoce.

O que se sente?

As lesões são muito típicas, com períodos de exacerbações e remissões, localizados principalmente em superfícies de extensão como joelhos e cotovelos, couro cabeludo, palmas das mãos, sola dos pés (áreas de maior traumatismo.

Psoríase ungueal:
Pode ser comprometimento isolado na psoríase, acometendo mais unhas da mãos que dos pés. São características da doença, mas não específicas. Podem ser mais freqüentemente depressões puntiformes ou manchas amareladas cor de óleo, mas existem outras alterações menos comuns nas unhas

Psoríase Artropática:
Por volta de 8% dos casos pode haver o comprometimento articular. Na artropatia periférica as manifestações freqüentes são: início agudo (abrupto) ou sub-abrupto, com comprometimento assimétrico de várias articulações nas pontas dos dedos.

Psoríase Pustulosa:
Aparecimento e lesões com pus (mas estáveis). Há uma forma localizada em mãos e pés e uma generalizada.

Psoríase Palmo-Plantar:
Pode haver envolvimento de palmas das mãos e sola dos pés em 12% dos casos. As lesões típicas podem apresentar fissuras (rachaduras), e são de difícil manejo.

Como é feito o tratamento?

É importante fornecer orientações gerais quando à doença, individualizando o tratamento conforme as características de cada paciente. Lembrar do aspecto não contagioso da doença, dos fatores desencadeantes, tais como estresse, frio, exposição excessiva ao sol, algumas doenças (diabetes não controlada, surtos infecciosos), e uso de alguns medicamentos.

Casos leves a moderados (75% a 80% dos casos) podem ser controlados com medicação de uso local na pele, devendo sempre ser indicados e controlados pelo médico.

Os casos mais severos e extensos requerem uma abordagem mais controlada e agressiva, com medicações de uso oral em esquema rotativo, visando o mínimo de efeitos colaterais de cada medicação e uma tolerabilidade maior do paciente com o esquema proposto. A exposição moderada ao sol e a hidratação contínua da pele são importantes para a maioria dos pacientes

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Queimadura por Calicidas

O Calicida está indicado na remoção de calos, calosidades. Possui na sua constituição ácido salicílico, uma substância que, nas concentrações utilizadas, possui propriedades queratolíticas, sendo utilizada frequentemente no tratamento de hiperqueratoses, porém se não tiver o devido cuidado na utilização , ocorre a queimadura do tecido bom, ocasionando a queimadura , formando um ferimento interno abaixo da camada aplicada, “ulceração”,como as fotos abaixo.

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Queratose Plantar

Apresentam-se na forma de espessamentos da epiderme das palmas das mãos e das plantas dos pés. Essa placa de cor amarelada característica é determinada pelo acumulo de queratina, que é a substancia que forma a camada superficial e mais resistente da pele e que por um descontrole, ou por um estimulo, é produzida em excesso.

Podem ser de natureza genética (congênita) ou adquirida.

Podem aparecer de maneira igual nas duas plantas, com rachaduras (fissuras) por perda da elasticidade da pele, criando eritema (avermelhamento).

Podem aparecer apenas numa das plantas, total ou parcial, com ou sem rachaduras, com ou sem eritemas.

Podem inclusive se apresentar com a forma de erupções isoladas ou agrupadas, na borda externa das plantas dos pés e dos dedos.

Podem ser causadas por razoes mecânicas, físicas ou químicas (alergias a produtos, atritos a calcados, traumatismos).

Não existe tratamento especifico. Deve-se utilizar a remoção mecânica dessa queratina por profissional habilitado “ Podólogo”, e adotar-se o habito de utilizar cremes de alta hidratação.

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Reflexologia

A reflexologia baseia-se no principio de que existem áreas, ou pontos reflexos nos pés e nas mãos que correspondem a cada orgão, glândula e estrutura no corpo. Ao trabalhar nesses reflexos, reduzimos a tensão em todo o corpo. A energia está sempre fluindo através de canais ou zonas no corpo, que terminam formando os pontos reflexos nos pés e mãos.

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Sessão Podologica

Imagens do processo de tratamento de uma sessão podologica:

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Tinha Pédis

É uma doença muito comum em adultos, principalmente no verão. Também causada por fungos dermatófitos, (que comem a pele queratinizada), se instala principalmente nas áreas quentes e úmidas, atingindo com muita intensidade, os pés nas regiões plantar e interdigital (entre os dedos).

Manifesta-se por lesões com eritema (avermelhamento), com maceração e escamação da pele, formando frieiras. Dependendo do nível de comprometimento, poderão aparecer fissuras e até vesículas, com prurido (coceira).

Algumas condições predispõem o seu aparecimento, tais como: falta de higiene, uso de meias de materiais sintéticos, calçados de borracha ou de plástico, tênis, uso seguido do mesmo calçado, etc.

Na forma aguda (inicial) o tratamento devera ser feito com anti-sépticos e antimicóticos brandos, a serem definidos e recomendados por um medico dermatologista, que ira avaliar e dimensionar tal medicação.

Quando a tinha for secundaria, causada por outros agentes ou ainda crônica (já antiga), imprescindível à ida ao dermatologista.

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Verruga Plantar

Lesão dermatologia com aparência de calo esconde no seu interior a existência de uma colônia viral, contagiosa, podendo irradiar novas verrugas a outros pontos dos pés ou mesmo a outras pessoas, por contagio em Box, calcados emprestados, contagio na lavagem das meias, etc. Essa verruga, por ser sistematicamente pisada, se aprofunda na pele, construindo uma estrutura endurecida e que será à base de fixação na qual os vírus irão se alimentar, chegando a trombosar as alças dos pequenos vasos sanguíneos existentes na derme, segunda camada da pele.

É necessária a sua eliminação por destruição dos tecidos da estrutura da colônia o que se faz através de remoção por instrumentação de toda a queratina existente e cauterização camada-a-camada do núcleo parecido com o "olho de peixe" que se visualiza.

Torna-se necessário repetir esse procedimento por cinco sessões, em media, com intervalo de no Maximo sete dias entre cada uma delas, o que geralmente se manifesta suficiente para eliminação da verruga.

Cuidados de higiene e assepsia também deverão ser observados.

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